terça-feira, 24 de agosto de 2010

Desenhos da minha infância: Power Rangers

Sessão nostalgia total pessoas, ontem, assistindo atualizações de um vloger, na qual falava sobre Power Rangers, me veio a cabeça vários desenhos que fui fã, e confesso que alguns deles sou fã até hoje, digamos que: ''quem foi mangaká um dia, sempre terá um mangaka escondido dentro de si.''

Vou começar falando de Power Rangers, sempre fui fascinado por esse tipo de história, cinco jovens eram escolhidos para lutar contra as forças do mal, e para esses cinco eram concedido o poder de se transformar em Rangers, cada um com uma cor, cada um representando um animal, carro ou algo do tipo. As cores tradicionais, dos primeiros, e melhores Rangers eram: Vermelho (o líder), a Rosa, a Amarela, o Azul e o Preto. Sempre existia um especial, que aparecia, mais ou menos, no meio da temporada que era a sensação entre os espectadores, e, sempre tinha um mistério o envolvendo, geralmente era o branco, o prateado, ou uma cor de destaque.

Em minhas brincadeiras nunca gostei de ser o vermelho, achava ele o mais fraco, mesmo ele sendo o líder, acho que escolhia pela minha preferência de cores. Tive o privilegio de ter os bonecos de cada um deles, isso era, de certa forma, fácil, porem, meu sonho era ter o Mega Zord, que se desmontasse em seus animais, minha infância inteira passei fazendo uma busca incansável dele, porem, só quando fiz 13 anos encontrei um, nessa época já estava parando de brincar, porem, comprei, brinquei, me diverti MUITO e claro, quando entrei na fase jovem, minha mãe deu meu Mega Zord para uma família humilde, e os filhos deles ficaram deslumbrados com o presente.

Assistam ainda a abertura clássica da primeira temporada clicando AQUI!

E você? Qual desenho que marcou sua infância?

Até a próxima!

domingo, 15 de agosto de 2010

Ritmos que embalam: PAGODE

Sempre que falo em pagode sinto um certo preconceito de algumas pessoas...
Eu amo música e gosto de quase todos os ritmos musciais, entre eles, está o pagode.
Pagode é um ritmo que deriva do samba e surgiu no Rio de Janeiro no século XIX. Inicialmente, o termo referia-se a festas que aconteciam nas senzalas, posteriormente, a qualquer festa onde houvesse alegria, cantoria e bebida. Consolidou-se no século XX e no final dos anos 70 passou a ser associado às festas do suburbio/ centro e calçadões cariocas e passou a ser ligado ao ritmo em festas nas favelas e fundos de quintais, em músicas que falavam de alegrias, tristezas e romantismo.
Em 1986 Zeca Pagodinho lançou seu primeiro album e em 1992 surgiu uma das bandas paulistas de pagode mais conhecidas atualmente, Exaltasamba, liderada por Péricles e Chrigor. Nos anos 90 também surgiram Dudu Nobre, Pixote, Harmonia do Samba, Juventude S/A, Molejo, Os Travessos, Só no sapatinho, Só pra contrariar, entre outros.
A partir de 2000, destacam-se Adryana e a Rapaziada, Alexandre Pires, Belo, Jeito Moleque e, na minha opinião, um dos melhores, Sorriso Maroto.

Espero que tenham gostado... Um grande abraço!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Sonhos

Me imagino daqui a 10 anos, (com exatamente 25 anos) cursando, ou já formada vai saber, a faculdade de medicina em alguma capital, morando em um apartamento com alguma amiga ou sozinha mesmo, e trabalhando com algum "bico" como dizem por aí. Eu não me imagino, eu sonho com isso. Uma vida perfeita, um futuro brilhante, um emprego gratificante, sabe.. Ser feliz acima de tudo. Mas tudo isso começou assim..
"Estava brincando ao jardim, algo normal de criança, pulando e correndo sem parar por nada. Ao menos que uma pedra entre no seu caminho. Cai. Chorando minha mãe veio correndo, o machucado era um pouco sério, fomos ao médico. Encantada. Era como ficara após a consulta. Pensei: quero ser como ela, ajudar quem machuca, curar." E cá estou eu, sonhando em ser esse ser maravilhoso que é um médico, ou qualquer profissão onde se salva vidas. Terá algo mais gratificante que conseguir salvar uma pessoa da morte? Penso eu que não. Mas sei, seus sonhos e os meus sonhos são completamente diferentes, claro somos pessoas diferentes. Porém espero que tenhamos uma única coisa em comum: a perseverança acima de tudo. Lutaremos até o fim para que tudo dê certo conforme está montado em nossa mente.
O que está em meu alcance por enquanto estou fazendo, estudando. E você, o que pode fazer para que seus sonhos se tornem mais próximos a realidade? Vá, pois o tempo voa.
Ah, antes me diga: 

Qual é seu sonho?

Beijos, Lara Oliveira.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

De frente com Gabi

Inteligente, diferente, variado. Assim é o programa que dura aproximadamente uma hora e que consegue prender a atenção com assuntos que atendem aos mais variados gostos. Marília Gabriela, a Gabi, já entrevistou políticos, como Fernando Henrique Cardoso, esportistas, como Ronaldo, cantores, como Xitãozinho e Xororó, etc...
Com um cenário simples e moderno, o que fica em evidencia é apenas o entrevistado e a entrevistadora.
Gabi já trabalhou na TV Globo, TV Mulher, TV Bandeirantes, GNT e Rede TV, além é claro, do SBT, onde já apresentou o SBT Repórter. Também atuou em novelas e minisséries, gravou três CD's e publicou três livros.
No programa "De frente com Gabi" consegue extrair o melhor de cada entrevistado, mostrando aos telespectadores um pouco da vida, história e idéias da pessoa.
Interessante, e com diversos assuntos, mostra outros pontos de vista, e consegue se fazer entender até por quem não acompanha o assunto, por exemplo, política.
O De frente com Gabi, é basicamente um programa de entrevista, mas vai além disso. Com perguntas inteligentes, Marília Gabriela consegue aquilo que talvez outro entrevistador não consiga: Tornar a "conversa" interessante mesmo para quem não gosta do assunto tratado.
Simples e direto. Divertido sem perder a seriedade. Atrativo mesmo sem entrevistar pessoas envolvidas em polemicas atuais, o programa não tem como objetivo falar, esclarecer ou aumentar certos "escandalos" atuais, tendo como foco principal a pessoa, como no caso do entrevistado de ontem, Luiz Felipe Scolari , ou apenas um determinado assunto, como sexo, com a sexóloga Carmita Abdo.
Posso eu, definir o programa como o que faltava na televisão brasileira. Algo que acrescenta, que atrai sem a mesmice dos programas sensacionalistas atuais, inteligente e "auto-sustentável".

O programa é exibido no SBT aos domingos, à 00:00.

Um abraço à todos!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cinco personagens do YouTube!

Não é de hoje que o YouTube transforma pessoas comuns, anônimas em webcelebridades. Vou listar os cinco personagens brasileiros mais assistidos, e engraçados!

Boas risadas!

Mike de Mosqueiro!

Laila Dominique!

Liciane Pescotapa!

Andressa cara de cotoca!

Lidio!


Até a próxima!


Marcelo Soares!

Contos de Morte Morrida

O titulo desta postagem lhe chamou a atenção? Pois é, foi o mesmo que aconteceu comigo outro dia na biblioteca da minha faculdade. A intenção inicial era a pesquisa de um trabalho que tinha que fazer, mas como os livros que procurava para esclarecer dúvidas estavam cada vez mais me confundindo (coisa que acontece com a maioria dos livros da chamada "linguagem acadêmica"), passando por uma das prateleiras esse titulo também me chamou a atenção. Peguei o livro e comecei a ler, e não me arrependi. É um ótimo livro. Apesar de ser classificado como infantil, a leitura do livro por adultos não causa nenhum dano, pois já testei. Aliás só faz bem, além de rir você conhece um pouco mais sobre essa senhora tão misteriosa, a Morte.

O livro é do autor Ernani Ssó e conta nove histórias do folclore cheias de humor e movimento e em mais uma, nova, na qual o autor conta como combinou com a Morte o prazo para escrever o livro. Vou apresentar aqui no blog algumas das histórias. Eis aí a primeira


A Morte e o Ferreiro

Há muito tempo, quando os bichos falavam e o sol tinha fases como a Lua, dois reinos vizinhos entraram em guerra. Foram tantas as batalhas que a Morte quase se cansou de trabalhar. Levava gente da manhã à noite, mesmo aos domingos. Quando tudo terminou, sete anos depois, a gadanha dela tinha perdido o fio e quebrado a ponta.
Então a Morte procurou um ferreiro, numa pequena aldeia, perto do último campo de batalha. Ele era um homem valente, não se assustou ao ver a Morte parada na porta.
-Já chegou a minha hora?
-Não. Preciso dos seus serviços.
A Morte mostrou a gadanha.
-Precisa de uma lâmina nova-o ferreiro disse. -Vai demorar um pouco. Melhor a senhora se sentar.
-Eu nunca sento - a Morte respondeu.
Entregou a gadanha e ficou num canto, confundida com as sombras.
O ferreiro segurou a gadanha, sentiu o peso dela e disse:
-Parece uma gadanha comum.
-É uma gadanha comum, na mão dos outros - a Morte disse.
O ferreiro trabalhou a noite toda. Pela madrugada, a gadanha tinha uma lâmina nova. Chegava a brilhar de tão afiada e pontuda.
A Morte saiu das sombras, pegou a gadanha, examinou-a.
-Ficou muito boa, ferreiro. Quanto lhe devo?
-Nada
-Então, obrigada. Até outro dia.
-Espere aí. Quero um favor em troca.
A Morte esperou.
-Quero que a senhora me avise com antecedência. Para eu me preparar pra minha hora.
-Avisarei - ela disse sem nem virar, e sumiu na rua.
Anos e anos se passaram. O ferreiro nunca mais teve notícia da Morte.
Na verdade até esqueceu dela.
Uma noite, voltando pra casa, viu um brilho branco nas sombras. Eram os dentes da Morte sob o capuz preto. O ferreiro disse:
-Tudo bem? Veio me avisar?
-Não. Vim buscá-lo.
-Mas como?! A senhora prometeu que ia me avisar com antecedência.
-Eu avisei.
-Não recebi aviso nenhum.
-Seus cabelos ficaram brancos?
-Ficaram.
-Seu rosto se encheu de rugas?
-Sim.
-Suas pernas ficaram fracas?
-Ficaram. Estou até usando bengala.
-Suas costas encurvaram?
-Encurvaram.
-Então, ferreiro? Quantos avisos mais você queria?
-Mas velho assim eu posso morrer com oitenta anos, com cem ou cento e vinte. Um aviso desses não me serve.
Quero hora com lugar certos.
-Está bem. Dentro de sete dias, aqui no jardim - a Morte disse e sumiu.
O ferreiro ficou quieto, pensando. Sete dias não era muito. Precisava se apressar.
Mas o ferreiro não se apressou. Nesses sete dias, fez o que sempre fazia, do jeito que sempre fazia. Apenas passou mais tempo com os netos, contando histórias.
Quando o prazo se encerrou, ele estava no jardim, à espera da Morte.
Ele não disse nada. Ela também não disse nada.
Foram andando juntos como velhos amigos.